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Dia da Assistência Religiosa

Desde o período colonial, as forças militares no Brasil contaram com o apoio de padres católicos. No Império, o Brasil tinha uma religião oficial, a Católica Apostólica Romana, e o Exército contava com uma Repartição Eclesiástica no mais alto escalão. Com a República, este trabalho foi oficialmente extinto. A religião, entretanto, continuou a fazer parte do dia a dia dos brasileiros e na vida dentro dos quartéis. Com a montagem da Força Expedicionária Brasileira para combater na Segunda Guerra Mundial, foi reorganizado o Serviço de Assistência Religiosa (SAR).

Um dos primeiros integrantes do novo Serviço foi o padre Antônio Álvarez da Silva, que usava o nome religioso de “Frei Orlando”. Nasceu em 13 de fevereiro de 1913, em Morada Nova, Minas Gerais. Órfão com apenas um ano, foi adotado por uma família muito religiosa. Esforçado, conseguiu estudar e foi ordenado padre na Holanda em outubro de 1937. Tornou-se professor em São João d’el Rey, onde também criou um serviço de assistência notável, a “Sopa dos Pobres”. Com a criação do SAR, fez parte da primeira turma e embarcou para a Guerra junto com o 11º Regimento de Infantaria. Fazia questão de percorrer toda a frente, levando a assistência espiritual até ao último soldado. No dia 20 de fevereiro de 1945, véspera do ataque final a Monte Castelo, foi vítima de um tiro acidental disparado por um aliado italiano. Frei Orlando foi instituído como patrono do Serviço de Assistência Religiosa do Exército em 1946.

 

Foto: ESA - E5 - Fotocine

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Assunto(s): sarex , assistencia , religiosa
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